domingo, 31 de julho de 2011

bulletproof?

Não sei o que aconteceu, mas parece que ocorreu uma reviravolta comigo, e eu já não sei o que faço ou o que quero fazer. Era algo lógico para mim, que esse ‘dane-se’ que eu dei temporariamente para algumas coisas não ia funcionar. Não sei se aceito o jeito que acho que sou, ou se ainda insisto que vou me transformar em algo diferente. To me sentindo perdida, to perdida. Não sei como mudar essa sensação, não sei como reverter tudo o que passa na minha cabeça. Não sei não me preocupar com as coisas. Não sei não me preocupar com as pessoas. Não sei me conter. Queria me entender mais, queria saber como lidar comigo mesma. Isso é mais difícil do que conviver com os outros, aliás, se tornou, não era. Queria conseguir me auto-afirmar, mas parece ser impossível. Não sei até quando vai durar isso em mim. Não sei se aguento mais. Como é possível alguém ter tanta coisa para resolver consigo mesma...

Queria poder, sei lá, refazer tudo sabe. Queria poder fazer tudo ficar bem e todos ficarem bem. Queria ser verdadeira com alguém, honesta, sincera. Não que eu minta, mas to cansada de omitir as coisas. To me sentindo sufocada, sufocada de mim. Queria ser que nem uma tempestade. Queria ser mais intensa. Viver as coisas de fato. Não sei como sair da função de telespectadora. Queria tomar o controle da minha vida, e das coisas que me envolvem. Posso parecer certa do que faço, mas me sinto mais insegura de tempo em tempo. Não sei confiar, não sei sentir, sinto que não estou nem aqui algumas vezes. É, talvez seja assim, talvez eu deva ser ausente da minha própria vida. To cansada, e eu nem sei do que.

domingo, 26 de junho de 2011

Você nasceu pra ser espinho, e eu cicatriz.

Eu to gostando de me sentir assim. Injustificável. Sendo quem quero ser sem precisar de desculpas ou ‘evidências’. Gosto de ser algo que faz bem para mim. E gosto principalmente de aceitar o que eu me tornei. Não que fosse ruim o que eu era antes, ou o que sou agora. Mas agora me sinto eu. Me sinto eu mesma mais do que nunca. Não tive que me afastar de nada nem de ninguém para ‘resolver meus problemas comigo mesmo’, considero isso uma vitória.

Aconteceu tanta coisa no último mês. Foi um mês tão pesado. Aconteceram coisas sérias, na minha vida “palpável”, mas com tudo isso aconteceu uma imensa reviravolta na minha vida “abstrata”, no meu interior. Eu achei que só tinha como piorar, depois que comecei a ignorar todas as coisas que eu tinha que clarear sobre mim, mas como o oxigênio na Lei de Haas: foi ignorado mas no fim ajustado. Boa palavra. Ajustada. É assim que me sinto. Mérito? Da vida. Do mundo. Das pessoas a minha volta. Um pouco para mim. Mas só um pouco. To bem.

E esse bem nunca pareceu tão bem. Pensei na minha vida a um ano atrás, e vi que não importa mais. Importa o que tenho agora, e quem eu tenho agora. Importa o que me tornei agora, e ouvir que eu mudei nunca me fez tão feliz. Não preciso mais daquelas metáforas em que relacionava o meu ‘eu’ com um casulo, em formação, metamorfose, o casulo se rompeu. O resultado dele pode não ser do mais belo, mas é do mais satisfatório para que importa. Para mim.

Você nasceu pra ser espinho, e eu cicatriz, ainda?

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Numb?

Descobri que não sou tudo que penso que sou, que não faço tudo certo e não sei de tudo. Percebi que me transformei em tudo aquilo que um dia eu tive medo de me tornar.
Não sei como e não entendo por que. Não lembro nem ao menos quando comecei a pensar na minha essência, ou melhor, na falta dela.
Quero ajuda, mas não gosto de saber que preciso de alguém, gosto de me resolver sozinha. Não preciso.
Penso o quanto idiota sou por achar que minha ‘crise de identidade’ é algo importante, mas depois penso se eu não tenho o “direito” de ficar triste. Não tenho. Existem coisas no mundo muito mais importantes que isso. Eu tenho muitas outras coisas para pensar e fazer, do que me focar nisso.
Tenho que ajudar quem precisa, e mudar o que está errado. Mas não o que eu acho que está errado, mas o que está socialmente visível. Não quero me distrair com essa minha sina. Não quero envolver todos nessa minha “dissipação”.
Quero mudar, mudar sozinha e por mim mesma. Não quero mudar com os outros, não quero perder pessoas. Mesmo ninguém tendo me oferecido ajuda, quando o que eu mais queria era isso, ou será que estou sendo injusta? Será que também não fui amiga o suficiente para ninguém?
Às vezes acho que sou a única sóbria dessa onda de maldade e individualismo, outras vezes penso que sou a mais embriagada de todos. É 50/50. Não sei o que sou, não sei como é minha postura perante o mundo, não sei o que quero ser, mas tenho muito medo de tudo que posso me tornar.
Eu to tentando me encontrar, eu to tentando me entender. Mas não significa que eu saiba como fazer isso. Ao mesmo tempo em que quero fazer isso sozinha, quero ter alguém do meu lado. Não me entendendo, não espero que ninguém o faça.
Eu só queria ser algo, eu só queria saber o que eu quero ser. Queria ser algo para alguém.
Queria ser algo para mim mesma. Eu só quero ser uma pessoa boa, queria que todos fossem. Aguentaria todas as dores do mundo, mas não sei lidar com essa “dor que não dói" presa dentro do meu peito.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Would you walk with me?

Na vida temos muitas decisões, devemos decidir o que ser, o que comer, o que vestir, o que pensar, o que ouvir. Deixamos assim, essas decisões supérfluas no pacote, pois são elas que contribuem para a maior decisão que temos: quem somos nós. Essa é uma escolha que cabe só a nós, e é difícil ter uma reverberação de mudança. O momento que realmente percebemos como somos, ou o que somos, pode ser o momento mais feliz ou mais triste. Podemos ser tudo aquilo que desejávamos ser, ou podemos ser tudo que mais abominávamos, ou apenas não sermos nada ainda. Ou preferirmos pensarmos dessa forma. O que somos ou vamos ser gera toda uma repercussão, será que alguém já pensou nisso? Será que alguém ainda não percebeu que não importe o quanto errado você seja perante a sociedade você ainda faz parte dela e tem sua influência? Não acredito em fases. Chegamos em uma parte que só o que nos resta é o caráter. Não são coisas de adolescentes, são coisas de gente sem moral ou sem qualquer outra importância que não seja a weed de todo santo dia. O pensamento egoísta consome a vida, consome as pessoas. Por que será que mesmo o Japão estar sofrendo três catástrofes (tsunami, terremoto e vazamento nuclear) consegue manter um “caos” organizado, e se manter em plena civilização? Por que ‘O japonês chora por dentro e age por fora’ disse um ex-soldado japonês que após o atentado das bombas em Hiroshima, no qual ajudou mesmo exposto a radiação, veio para o Brasil tratar da leucemia. E é verdade. Essa catástrofe foi a maior prova de como todos os povos deviam ser, unidos. Não queremos uma opinião única, queremos críticas e indagações, mas precisamos futuramente de um pensamento conjunto: ajudar o próximo. Sabe lá o que o futuro reserva para todos, ou o que nós mesmos reservamos, mas precisamos pensar que jamais estaremos sozinhos. Não somos só nós. Podemos viver corriqueiramente em nossos mundos dentro de nossas cabeças, mas EXISTE um mundo lá fora, com a realidade, que a maioria das vezes não é muito boa. Ao meu ver, é tão simples a solução para toda essa desordem que virou o mundo e a vida. Mas nem sempre é fácil lidar com os escárnios populacionais. Mas eu espero e acredito que um dia, poderemos chamar isso tudo de SOCIEDADE, poderemos agir de forma SOLIDÁRIA, e poderemos deixar de ser aquele Brasil do BBB: beach, beer and buts.

sexta-feira, 11 de março de 2011

outch

Já tive muitos medos. Quando era pequena tinha medo de escuro, fantasmas, dinossauros, medo de uma invasão zumbi, e de ETs. Com o tempo os medos foram ficando mais complexos: medo do futuro, da vida, da morte, da realidade. E agora me encontro com dois únicos e talvez mais estranhos medos: 1º de mim mesma. Falam que essa é a idade de nos conhecermos melhor, de descobrimos mais sobre nós mesmo... mas ninguém nunca nos disse o que fazer se descobríssemos ser uma pessoa que realmente não gostamos. A idéia inicial e de qualquer pacato cidadão é mudança, mas como? Acordo de manhã e finjo que me sinto normal? Finjo que na minha cabeça não passam muitos pensamentos que só me confundem ao mesmo tempo em que me esclarecem as coisas? Não sei. Opto por pensar que estou ainda me transformando. Não gosto de fingir, e não sei mentir, por tanto já é difícil o suficiente enganar a mim mesma sobre certas coisas, isso para não ficar completamente louca. Ao mesmo tempo em que encontro pensamentos tão simplórios e positivos sobre a vida, encontro nós gigantes e extremamente maléficos também. Não sei se é possível isso, pensar tanto sobre todos os assuntos, sobre todos teus atos, achando que até não vá dar tempo de tudo... E talvez não dê. Talvez agir por impulso não seja uma coisa tão ruim. Talvez espontaneidade não seja só agir por ti, mas a forma como responder os outros também, sinceridade. Talvez não seja a hora de eu me focar nisso, de tentar tomar decisões perante opiniões minhas, espero que com o tempo tudo se simplifique. Meu segundo medo é o que mais faz sentindo, tenho medo de ficar sozinha. Nunca temi minha morte, mas pensar na morte de quem eu gosto é agonizante. Sou muito protetora com quem eu gosto, amigos e família. Preciso cuidar deles, é minha única necessidade que encaro como missão. Posso não entender todas suas ações, todos seus choros, dramas, risos, pensamentos, opiniões, ou necessidade de se sentir vivo (chegando perto de riscos). Mas amigo é isso, ficar do lado, discordar, brigar, xingar, mas estar do lado. Por fim, meus pensamentos podem estar a maior bagunça do mundo (como usual), posso me sentir sei lá, sozinha, sem apoio. Mas desde que eu esteja do lado de quem eu gosto, para mim, se encontra tudo resolvido e na perfeita paz, nem que seja por segundos. Eu queria ter alguém pra conversar sobre isso, alguém que até me entendesse, ou nem precisasse, só ouvisse e se interessasse, alguém que não fosse meu psicanalista pago haha brincadeira, mas enfim, ta tudo bem.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

About me.

Certamente, para mim, a coisa mais difícil que existe é me auto descrever. Mas hoje, falando sobre os outros, me deu muita vontade de descrever minha percepção sobre mim mesma, é claro que terá quem discorde (e muito), mas espero que eu tenha o máximo de alcance de me ver como os outros. Bom, sou uma pessoa meio desligada, não sou muito observadora para coisas fúteis como roupas e bens materiais, até mesmo fatos. Mas sou muito observadora para o jeito das pessoas, e a impressão que elas me passam. Me preocupo muito com as pessoas, principalmente meus amigos. Sinto necessidade de proteger quem eu amo. Não sou muito otimista, mas também não sou pessimista. Tenho medo que as coisas mudem, mas mais medo ainda que continuem as mesmas. Não sou totalmente sincera, pois tenho medo de machucar os outros, mas tento ser verdadeira o máximo possível. Não sou orgulhosa, muito pelo contrário, prefiro pedir desculpas, gosto de coisas simples. Não sou muito atenciosa, e jeitosa, mas tento ser muito carinhosa e prestativa. Não sou muito inteligente, nem esperta, mas estudo o máximo que posso e gosto muito de aprender. Sou uma pessoa de difícil convivência, e é muito difícil me agradar. Isso é algo que odeio. Sou muito exigente comigo mesma, e as vezes com os outros. Sou grossa as vezes, mas não é minha intenção. Passo um ar de metida e sabe tudo, mas é tudo por acidente. Sou uma pessoa muito irritável, e as vezes muito irritante. Tenho pavor de bagunça e gosto de arrumar as coisas. Sou uma pessoa muito simplista, e não costumo fazer nós em acontecimentos. Procuro pensar muito antes de agir. Não espero nada das pessoas, por isso nunca me iludo. Me considero uma pessoa amigável, difícil alguém vir conversar comigo e eu não dar atenção para a pessoa. Porém gosto mais de escutar do que falar, mas quando quero dar minha opinião, não tem nada que me impeça ou me pare. Aliás, sou uma pessoa de opinião muito forte, o que as vezes é um erro. Não sei muito quando ficar de boca calada. E as vezes quando tenho que falar me calo. Não costumo tentar convencer os outros do meu ponto de vista, mas as vezes acontece. Tento ser uma pessoa racional. Não sou cheia dos amigos, mas os que tenho cuido muito bem, acho eu. Eu tento ao menos. Não sou uma pessoa que me apaixono pelos outros. Mas sou extremamente apaixonada pela vida e pelo meu futuro que ainda é somente tecido na minha cabeça. Que nem diz a ju, tenho meus momentos terríveis mas também tenho os bons. Mas infelizmente sou uma pessoa que ou tu gosta muito, ou tu abomina. E infelizmente a segunda opção reina mais. Não sou uma pessoa sonhadora, sou até realista demais. E acho que isso as vezes só faz mal a mim mesma. Mas nem querendo consigo me auto enganar. Tenho uma cabeça confusa e enovelada, meus pensamentos são milhões, e meus conceitos mudam de uma hora pra outra do nada. Não tenho inimigos, ao menos tento não ter. Não sou de odiar os outros, ou de não gostar, quero bem as pessoas, realmente. Até mesmo alguém que já me fez muito mal, se me pedir ajuda, jamais vou negar. E acho que devia ser assim. Não sou romântica. Não sou decidida. Sou ansiosa, e as vezes estou muito hiperativa ou muito parada. Não sou de sofrer, não consigo sentir direito as coisas, parece que dentro de mim é tudo muito claro. Falo rápido, mas isso foi adquirido da convivência com a ju. Segundo a lu e o bruno escrevo com a língua pra fora... Eu adoro escrever, por que sinto que libera tudo que um dia eu possa ter reprimido. Não sei se sou totalmente reservada, mas as vezes me sinto assim. Nunca consegui dizer para alguém tudo que realmente vem em minha mente. Não sou uma pessoa muito desconfiada, mas tenho dificuldades em confiar nos outros. Ninguém sabe muito de mim, ao menos, não sabem o que eu sei. Nem metade. Não sei se isso é bom ou ruim. Mas me sinto mais protegida assim. Não sou egoísta. Sou exigente. Sou preguiçosa pra me vestir então meu guarda roupa é muito simples, gosto de preto, por ser uma cor limpa e não me deixar tão clara. Não gosto que peguem minhas manias. E odeio pegar as manias dos outros. Tenho um pseudo-pinto, mas é mais como se fosse uma parte macabra da minha personalidade ou sei lá o que. Família vem sempre em primeiro lugar. Amo minha família, mas queria ter uma família maior. Gosto de ouvir a risada dos outros, isso me faz rir. Não sou muito fã de crianças. E muito menos de animais. Mas sou a favor de quem gosta e cuida deles. Acredito que as pessoas tem sempre algo bom para contribuir para o mundo. E duvido que alguém seja feito só de maldade, mesmo o mundo me provando o contrário as vezes... Gosto da lua, demais. Sou doadora de órgãos, de pele, cabelo e tudo que puder! Não tenho medo da morte. A vida me assusta muito mais. Não tenho problemas com dor, as vezes até é bom. Mas não suporto ver quem eu gosto sofrer. Sou uma pessoa controlada, mas há ainda quem me tire do sério. Não sei cozinhar. Mas sou maníaca por limpeza. Adoro me depilar, me sinto renovada. Sou contra química nos cabelos. Acho tatuagens com significados muito bonitas. Não gosto muito de piercings. Gosto de inverno, por que sofro muito com o sol (pele clara) e o calor (alergia) no verão. Sou mais caseira, mas se for pra sair que seja pra se divertir. Nunca me apaixonei por alguém, e nunca fiz questão também. Porém já passaram pessoas por mim na minha vida que eu realmente gostei. Já tive paixões platônicas, e são delas que eu mais gosto, saber que não tem chance de retribuição é algo que deixa as coisas certas e sem risco de mudanças. Não entendo o que é sentir saudade. E queria saber se existe um botão que se liga pra gostar de alguém. Não tenho insônia, nem dificuldade para dormir, mas acho dormir uma perda de tempo. Gosto de chinelos. Gosto de pessoas que conseguem se abrir, por que são totalmente o contrário de mim. Falta de personalidade me dá nos nervos. Café me dá sono. Não sei mentir. Amo tomar banho. Fecho a água pra lavar o cabelo inverno e verão. Não gosto de mudanças, mas se for pra mudar que seja drasticamente. Tenho receio de sair do meu ambiente de conforto, e as vezes tenho medo do futuro, e mais medo que isso me faça não sair do lugar. Mas tenho medo também de me fixar em um só lugar, é confuso. Odiava exercícios físicos mas agora não consigo ficar sem. Tenho renite. Nunca assisti chaves. Na 4ª série me forcei assistir Rebeldes pra ter assunto com minhas colegas, e não funcionou. Não sou roqueira, não sou nem um pouco ligada nas músicas que eu escuto, não sei integrantes de bandas nem nada, não sou fã de nenhum desses drogados, bêbados e prostituídos filhos da mãe que fazem umas músicas boas pra caralho. Enfim, acho que fui bem, saiu mais do que eu achei que ia sair. Mas bom essa é só minha perspectiva. E como estou em constante mudança, muitas chances de tudo isso mudar até você terminar de ler esse texto... E já mudou.

Clichê.

Falam tanto de clichê, de coisas clichês... Mas afinal, o que é clichê? É o clichê que caiu no modismo, ou a modinha que ta muito clichê? A minha mais sincera opinião sobre isso é: LET IT BE! Brincadeira, só pra fingir que gosto de Beatles... Mas concordo com a frase. Deixe as pessoas serem como elas querem, deixe as pessoas copiarem uma personalidade ou sei lá o que... Do que vale a pena criticar isso? Aliás, isso ta muito clichê, críticas. Ta bom, isso que estou fazendo aqui é uma espécie de crítica. Mas espero que construtiva. Não entendendo essa necessidade dos outros de alfinetar a vida alheia. Sim, eu sei que tem coisas irritantes... Tipo aquela pessoa que ano passado amava o verão, agora conta os dias pro inverno. Ou aquela pessoa que só tomava descafeínado, agora é movido a cafés. Acontece que hoje em dia é difícil as pessoas não caírem na mesmice. É difícil ser original e criativo... Mas eu acredito que cada um tem sua personalidade, por mais que o exterior mostre uma pessoa totalmente rotineira. Acredito que todas as pessoas deviam receber a chance de ser conhecidas, e principalmente, deviam se deixar conhecer. Acho que todos deviam passar um pouco mais de tempo consigo mesmos, assim, talvez, não fosse necessário essas críticas chatas sobre a 'clichessagem'. Mas passar um tempo sozinho, pode parecer muito mais assustador do que realmente é. Mas podem apostar que sair do sozinho para o muito acompanhado é bem pior. Enfim, as pessoas deviam se conhecer melhor, antes de limitar-se a meras descrições e atividades que não tem muito haver consigo. Cada um faz o que gosta, cada um é o que quer, cada um tem exatamente aquilo que deseja. E quem se incomoda com isso, devia mais é olhar para si mesmo. Julgar os outros, é fácil. Mas que tal escrever um monólogo maldoso sobre você? Sei lá, pode parecer algo legal se importar com os outros a ponto de cuidar da vida deles... Mas não é assim que se ajuda as pessoas. Mas cuidar da sua vida somente também é um saco. Santo egocentrismo. Mas enfim, espero que a maturidade traga as pessoas ao meu redor e a mim mesma alguma mudança, boa.